Por volta das 11h30, cerca de 200 detentos do Pavilhão 3, lados A e
B, da Penitenciária Agrícola Mário Negócio iniciaram uma rebelião. Os
presos começaram o motim logo após o almoço batendo nas grades e
queimando colchões e alguns presos fizeram outros detentos de refém. Ao
todo, 18 celas foram destruídas.
Quatro presos ficaram feridos e foram salvos após a entrada dos
agentes que notaram o motim, segundo o vice-diretor da unidade
prisional, José Fernandes. Aparentemente, José Fernandes disse que eles
não tinham nenhuma reivindicação, mas acredita-se que a ordem tenha
partido do foco das rebeliões no Rio Grande do Norte.
Ele disse que o movimento foi controlado por volta das 12h30 quando
eles conseguiram contornar a situação. “Os agentes foram recebidos com
paus, pedras. Eles quebraram tudo lá dentro. Queimaram colchões. O
cenário neste pavilhão é de destruição”.
De Fato

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