Cada
servidor dos Correios pagará 25,9%do salário para cobrir déficit de R$
5,6 bi. Funcionários dos Correios tentam evitar por meio de uma batalha
judicial e de greves que os participantes do Postalis, fundo de pensão
da estatal, tenham redução de um quarto nos seus salários a partir de
abril de 2015 pelo período de 15 anos e meio.
A conta é resultado de um
déficit atuarial de R$ 5,6 bilhões no Postalis, controlado pelo PT e
PMDB, provocado por investimentos suspeitos, pouco rentáveis ou que não
tiveram ainda rendimento repassado ao fundo.
Também sob influência dos dois partidos políticos, o Funcef, dos
empregados da Caixa Econômica Federal (CEF), e a Petros, da Petrobrás,
contabilizam prejuízos bilionários. Partiu do conselho deliberativo do
Postalis a decisão de impor aos funcionários a contribuição extra que
terá forte impacto sobre os salários. No primeiro momento, ficou
definido um corte de 25,98% nos contracheques.

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