O mapa da dengue divulgado ontem pelo Ministério da Saúde mostra que o
Rio Grande do Norte foi o Estado nordestino com maior incidência de
dengue no primeiro bimestre de 2015, com 90,9 casos por 100 mil
habitantes.
O número é duas vezes maior que o de 2014 no mesmo período,
45,5. No ranking nacional, o RN aparece em sétimo. O Acre vem em
primeiro, com 695,4, e é seguido por Goiás, São Paulo, Tocantins, Mato
Grosso do Sul e Paraná.
No Nordeste, o segundo colocado é o Ceará, com 57,4 e em seguida vem Alagoas, apresentando 53,3. Piauí tem menos casos, com 15,0 a cada 100 mil moradores.
O relatório mostra que Natal, que está em surto epidêmico, foi a única capital do Nordeste que não enviou o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de janeiro e fevereiro para o Ministério. Dezesseis municípios encaminharam seus dados: Brejinho, Caicó, Campo redondo, Carnaúba dos Dantas, Cruzeta, Currais Novos, Florânia, Jaçanã, Jardim do Seridó, João Câmara, Mossoró, Parelhas, Parnamirim, Santa Cruz, São José de Mipibu e Tenente Laurentino Cruz.
A participação dos municípios não é obrigatória, mas o Ministério considera indispensável pois é considerado um instrumento fundamental para orientar as ações de controle das doenças. O LIRAa leva em consideração a porcentagem de casas visitadas com larvas do mosquito transmissor da dengue e da Chikungunya. Ele identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor das doenças e os tipos de recipientes com água parada, que servem de criadouros mais comuns.
No Nordeste, o segundo colocado é o Ceará, com 57,4 e em seguida vem Alagoas, apresentando 53,3. Piauí tem menos casos, com 15,0 a cada 100 mil moradores.
O relatório mostra que Natal, que está em surto epidêmico, foi a única capital do Nordeste que não enviou o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de janeiro e fevereiro para o Ministério. Dezesseis municípios encaminharam seus dados: Brejinho, Caicó, Campo redondo, Carnaúba dos Dantas, Cruzeta, Currais Novos, Florânia, Jaçanã, Jardim do Seridó, João Câmara, Mossoró, Parelhas, Parnamirim, Santa Cruz, São José de Mipibu e Tenente Laurentino Cruz.
A participação dos municípios não é obrigatória, mas o Ministério considera indispensável pois é considerado um instrumento fundamental para orientar as ações de controle das doenças. O LIRAa leva em consideração a porcentagem de casas visitadas com larvas do mosquito transmissor da dengue e da Chikungunya. Ele identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor das doenças e os tipos de recipientes com água parada, que servem de criadouros mais comuns.
A
pesquisa proporciona informação qualificada para atuação das prefeituras
nas ações de prevenção e controle, permitindo a mobilização de outros
setores, além das secretarias de saúde, como os serviços de limpeza
urbana e abastecimento de água.
A Secretaria de Estado de Saúde Pública informou que Natal ainda não fez LIRAa este ano, mas tem feito outros levantamentos. O secretário de Saúde de Natal, Luís Roberto Fonseca, explicou que os dados são obtidos pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação, o Sinam, que é online e atualizado diariamente.
A Secretaria de Estado de Saúde Pública informou que Natal ainda não fez LIRAa este ano, mas tem feito outros levantamentos. O secretário de Saúde de Natal, Luís Roberto Fonseca, explicou que os dados são obtidos pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação, o Sinam, que é online e atualizado diariamente.


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