Em entrevista ao Blog do Marcos Dantas, o defensor público Rodrigo Gomes
confirmou ter negociado com os presidiários da Penitenciária Estadual
do Seridó, para que a entrada da Polícia Militar fosse feita de forma
tranqüila, sem qualquer confronto com os presos. O defensor explica que a
situação quando chegou no presídio estava quase fora de controle, já
que os presos estavam fora no pátio e destruindo o patrimônio público do
presídio.
“A PM e o GTO já estavam no local com uma autorização para entrar no
presídio. A defensoria pública junto com a OAB foi tentar um dialogo com
eles pra conseguir que esse controle fosse feito de forma mais
tranqüila, sem a necessidade de intervenção física da PM. Foi feito um
acordo com eles. O pessoal do GTO ficou na parte administrativa do
presídio, quando o acordo foi fechado a PM entrou junto com os agentes
penitenciários. Os presos foram separados, os que estavam amotinados
ficaram contra a parede, onde foram revistados”, explicou.
Dr. Rodrigo não acredita que o fato de ter negociado com os presidiários uma entrada tranqüila dos policiais, represente qualquer abertura de comunicação entre as autoridades com o movimento responsável pelas rebeliões. “O papel aqui não foi atender as reivindicações dele, mas como cessaríamos essa rebelião da melhor forma possível sem prejudicar nenhuma parte. Não prometemos nada. A maioria das reivindicações passa pelo poder pela Segurança Pública do Governo do Estado. Apenas intermediamos uma conclusão pacifica da rebelião”, finalizou.
Via marcos Dantas
Dr. Rodrigo não acredita que o fato de ter negociado com os presidiários uma entrada tranqüila dos policiais, represente qualquer abertura de comunicação entre as autoridades com o movimento responsável pelas rebeliões. “O papel aqui não foi atender as reivindicações dele, mas como cessaríamos essa rebelião da melhor forma possível sem prejudicar nenhuma parte. Não prometemos nada. A maioria das reivindicações passa pelo poder pela Segurança Pública do Governo do Estado. Apenas intermediamos uma conclusão pacifica da rebelião”, finalizou.
Via marcos Dantas


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