"As condições de trabalho e o número de agentes penitenciários são
insuficientes para impedir entrada de telefones dentro dos presídios". A
afirmação é da presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do
Rio Grande do Norte, Vilma Batista. Na opinião da sindicalista, os
profissionais não têm condições de evitar que os presos se comuniquem
entre os presídios ou com pessoas de fora das unidades prisionais.
De acordo com Vilma Batista, o Rio Grande do Norte conta com 870 agentes
penitenciários para todo o sistema prisional, que abriga
aproximadamente 7.500 detentos. Para haver a possibilidade de se
viabilizar uma escala de trabalho com número adequado de agentes, Vilma
Batista estima que seria necessária a contratação de mais 600
profissionais, além de equipamentos adequados para as revistas de quem
adentra os presídios.
Sobre corrupção entre os agentes e possível facilitação para a entrada de material ilegal aos detentos, Vilma Batista foi enfática: "Os grandes corruptos estão em Brasília, e não nos presídios".
Sobre corrupção entre os agentes e possível facilitação para a entrada de material ilegal aos detentos, Vilma Batista foi enfática: "Os grandes corruptos estão em Brasília, e não nos presídios".

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