O ex-baterista Wigberto Rodrigues da Silva, que tem problemas psiquiátricos e é suspeito de agredir pessoas nas ruas de Niterói, foi acolhido na manhã desta quinta-feira (9) em uma ação das secretarias de Ordem Pública (Seop), Saúde e Assistência Social de Niterói.
Guardas municipais o encontraram e o encaminharam para 77ª DP (Icaraí), onde as secretarias de Saúde e Assistência Social foram informadas. Segundo a Seop, Wigberto estava calmo, segurava um disco do Roberto Carlos e aceitou acompanhar os guardas sem resistir. Na delegacia, ficou tranquilo, tocando violão levado por profissionais da Saúde Mental.
Guardas municipais o encontraram e o encaminharam para 77ª DP (Icaraí), onde as secretarias de Saúde e Assistência Social foram informadas. Segundo a Seop, Wigberto estava calmo, segurava um disco do Roberto Carlos e aceitou acompanhar os guardas sem resistir. Na delegacia, ficou tranquilo, tocando violão levado por profissionais da Saúde Mental.
Segundo a prefeitura de Niterói, o
instrumento foi levado para facilitar a aproximação e, após um primeiro
atendimento, o músico foi encaminhado ao Hospital Psiquiátrico de
Jurujuba, onde será avaliado e receberá acompanhamento e tratamento
necessários.
“Já tinha uma denúncia de agressão contra ele e como eu vinha passando pela Domingues de Sá, eu avistei ele. Já até ouvi comentários da população dizendo que ele é agressivo, mas não vi nada de agressividade nele. Ele está lúcido, com perfil tranquilo, respondendo bem. Trouxemos ele pra delegacia por conta do registro que existe contra ele.
“Já tinha uma denúncia de agressão contra ele e como eu vinha passando pela Domingues de Sá, eu avistei ele. Já até ouvi comentários da população dizendo que ele é agressivo, mas não vi nada de agressividade nele. Ele está lúcido, com perfil tranquilo, respondendo bem. Trouxemos ele pra delegacia por conta do registro que existe contra ele.
A polícia levantou a ficha e
disse que só há uma queixa contra ele e não podem permanecer com ele na
delegacia”, disse o guarda municipal Carlos Alberto Santos, que
encontrou o músico na rua.
G1

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