O time argentino Boca Juniors foi eliminado da Copa Libertadores e terá
que pagar uma multa de US$ 200 mil pela agressão sofrida pelos jogadores
do River Plate, seu rival histórico. A decisão foi anunciada neste
sábado (16) pela Confederação Sul-americana de Futebol (Conmebol), com
sede no Paraguai.
O incidente ocorreu na quinta-feira (14), no estádio do Boca, La
Bombonera. O primeiro tempo tinha terminado em 0 a 0, resultado que
classificaria o River para disputar as quartas-de-final com o Cruzeiro.
Depois do intervalo, quando o time visitante voltava ao campo,
torcedores do Boca perfuraram o túnel entre o vestiárioo e o gramado e
lançaram um spray de gás de pimenta nos jogadores. Seis atletas do River
foram atingidos – quatro deles hospitalizados, com vômitos, queimaduras
na pele e olhos irritados. Depois de mais de uma hora de deliberações, a
partida foi suspensa.
No sábado, o Boca fez sua defesa perante a Conmebol, na tentativa de
conseguir uma pena menor. Por ser o anfitrião do jogo, o Boca deveria
ter garantido a segurança do público e dos jogadores no seu estádio.
Como isso não aconteceu, o Boca foi declarado perdedor nas oitavas de
final e o River disputará com o Cruzeiro as quartas de final na
quinta-feira (21).
A pena da Conmebol foi menor do que muitos esperavam, já que o Boca não foi excluído de futuras competições internacionais. Em compensação, terá que disputar os próximas quatro jogos em partidas fechadas ao público. Além disso, quando for jogar como time visitante, não poderá vender entradas para sua torcida.
A imprensa argentina criticou duramente a incapacidade das autoridades de clubes, associações de futebol e políticos de combater o fenômeno dos barras bravas (torcidas organizadas com comportamento violento), responsáveis por incidentes como o que aconteceu na quinta-feira passada.
Com informações da Agência Brasil
A pena da Conmebol foi menor do que muitos esperavam, já que o Boca não foi excluído de futuras competições internacionais. Em compensação, terá que disputar os próximas quatro jogos em partidas fechadas ao público. Além disso, quando for jogar como time visitante, não poderá vender entradas para sua torcida.
A imprensa argentina criticou duramente a incapacidade das autoridades de clubes, associações de futebol e políticos de combater o fenômeno dos barras bravas (torcidas organizadas com comportamento violento), responsáveis por incidentes como o que aconteceu na quinta-feira passada.
Com informações da Agência Brasil

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