redirecionamento

Publicidade

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Rio Grande do Norte apresenta a maior taxa de desemprego do Brasil


A taxa de desocupação do Rio Grande do Norte é a maior do Brasil, estimada em 11,5% no primeiro trimestre de 2015, acima da taxa nacional registrada em 7,9, segundo dados apresentados na manhã desta quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados representam cerca de 175 mil pessoas desocupadas no RN nestes primeiros três meses do ano.

Segundo a pesquisa, as mulheres no estado receberam 75% do valor dos rendimentos dos homens no período, ou valor médio R$ 1.136,19 em detrimento do salário médio de R$ 1.508,74 pagos ao trabalhadores masculinos.

Os resultados figuram dentro da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Continua (PNAD) realizada nos 27 estados brasileiros que analisa o mercado de trabalho no primeiro trimestre deste ano.

O levantamento analisa dados sobre trabalhos infantil, migração, habitação ,migração e fecundidade. No Rio Grande do Norte, o IBGE foi a 103 municípios e entrevistou cerca de 13 mil pessoas através de 38 entrevistadores, utilizando a metodologia orientada pela International Labour Organization (LBO).

A pesquisa aponta que a taxa de desocupação potiguar é menor do que o primeiro trimestre de 2015, mas está acima de estados como Bahia, Pernambuco e Alagoas, que sempre apresentaram índices elevados.

“Ainda é muito cedo pra analisarmos a pesquisa, mas posso dizer que existe uma preocupação pois o patamar se mantém alto desde 2012, apresentando pouca oscilação, apesar de ser menor do que o registrado em 2014”, adiantou Aldemar Freire, diretor da unidade regional do IBGE.

O PNAD apresentou em 2012 uma taxa de desocupação de 11,5%; em 2013 de 12,1% e em 2014 de 11,7%.

O levantamento indica que, pela faixa educacional, a maior taxa de desocupação do RN é do nível médio incompleto (18,6%) e a menor taxa para o nível superior (6,8%).

Por faixa etária, os jovens entre 14 e 17 anos apresentam a taxa de desocupação – 32,5%; os idosos acima de 60 anos, a menor – 1,6%.

Segundo Aldemar, existe uma tendência histórica de que a taxa caia no decorrer do ano. ” Pelo que é registrado há três anos essa taxa de desocupação cai devido principalmente às safras de frutas e sazonalidade dos trabalhos temporários”, prevê.

Veja a pesquisa da PNAD aqui
 
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário