A taxa de desocupação do Rio Grande do Norte é a maior do Brasil,
estimada em 11,5% no primeiro trimestre de 2015, acima da taxa nacional
registrada em 7,9, segundo dados apresentados na manhã desta
quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE).
Os dados representam cerca de 175 mil pessoas desocupadas no RN nestes primeiros três meses do ano.
Segundo a pesquisa, as mulheres no estado receberam 75% do valor dos rendimentos dos homens no período, ou valor médio R$ 1.136,19 em detrimento do salário médio de R$ 1.508,74 pagos ao trabalhadores masculinos.
Os resultados figuram dentro da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Continua (PNAD) realizada nos 27 estados brasileiros que analisa o mercado de trabalho no primeiro trimestre deste ano.
O levantamento analisa dados sobre trabalhos infantil, migração, habitação ,migração e fecundidade. No Rio Grande do Norte, o IBGE foi a 103 municípios e entrevistou cerca de 13 mil pessoas através de 38 entrevistadores, utilizando a metodologia orientada pela International Labour Organization (LBO).
A pesquisa aponta que a taxa de desocupação potiguar é menor do que o primeiro trimestre de 2015, mas está acima de estados como Bahia, Pernambuco e Alagoas, que sempre apresentaram índices elevados.
“Ainda é muito cedo pra analisarmos a pesquisa, mas posso dizer que existe uma preocupação pois o patamar se mantém alto desde 2012, apresentando pouca oscilação, apesar de ser menor do que o registrado em 2014”, adiantou Aldemar Freire, diretor da unidade regional do IBGE.
O PNAD apresentou em 2012 uma taxa de desocupação de 11,5%; em 2013 de 12,1% e em 2014 de 11,7%.
O levantamento indica que, pela faixa educacional, a maior taxa de desocupação do RN é do nível médio incompleto (18,6%) e a menor taxa para o nível superior (6,8%).
Por faixa etária, os jovens entre 14 e 17 anos apresentam a taxa de desocupação – 32,5%; os idosos acima de 60 anos, a menor – 1,6%.
Segundo Aldemar, existe uma tendência histórica de que a taxa caia no decorrer do ano. ” Pelo que é registrado há três anos essa taxa de desocupação cai devido principalmente às safras de frutas e sazonalidade dos trabalhos temporários”, prevê.
Veja a pesquisa da PNAD aqui
Os dados representam cerca de 175 mil pessoas desocupadas no RN nestes primeiros três meses do ano.
Segundo a pesquisa, as mulheres no estado receberam 75% do valor dos rendimentos dos homens no período, ou valor médio R$ 1.136,19 em detrimento do salário médio de R$ 1.508,74 pagos ao trabalhadores masculinos.
Os resultados figuram dentro da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Continua (PNAD) realizada nos 27 estados brasileiros que analisa o mercado de trabalho no primeiro trimestre deste ano.
O levantamento analisa dados sobre trabalhos infantil, migração, habitação ,migração e fecundidade. No Rio Grande do Norte, o IBGE foi a 103 municípios e entrevistou cerca de 13 mil pessoas através de 38 entrevistadores, utilizando a metodologia orientada pela International Labour Organization (LBO).
A pesquisa aponta que a taxa de desocupação potiguar é menor do que o primeiro trimestre de 2015, mas está acima de estados como Bahia, Pernambuco e Alagoas, que sempre apresentaram índices elevados.
“Ainda é muito cedo pra analisarmos a pesquisa, mas posso dizer que existe uma preocupação pois o patamar se mantém alto desde 2012, apresentando pouca oscilação, apesar de ser menor do que o registrado em 2014”, adiantou Aldemar Freire, diretor da unidade regional do IBGE.
O PNAD apresentou em 2012 uma taxa de desocupação de 11,5%; em 2013 de 12,1% e em 2014 de 11,7%.
O levantamento indica que, pela faixa educacional, a maior taxa de desocupação do RN é do nível médio incompleto (18,6%) e a menor taxa para o nível superior (6,8%).
Por faixa etária, os jovens entre 14 e 17 anos apresentam a taxa de desocupação – 32,5%; os idosos acima de 60 anos, a menor – 1,6%.
Segundo Aldemar, existe uma tendência histórica de que a taxa caia no decorrer do ano. ” Pelo que é registrado há três anos essa taxa de desocupação cai devido principalmente às safras de frutas e sazonalidade dos trabalhos temporários”, prevê.
Veja a pesquisa da PNAD aqui


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