Quase na mesma proporção em que cresce o número de motocicletas no
tráfego de veículos, também sobe o número de internações hospitalares e
de mortes de pacientes no país, onde o Rio Grande do Norte já ocupa a
16ª posição no ranking de acidentes de motos dentre os 27 estados
brasileiros, com uma taxa de mortalidade de 8,0 para cada 100 mil
habitantes. No Brasil, o índice é de 6,3 mortes por 100 mil habitantes.
De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde (MS), somente nas regiões Norte e Nordeste a frota de veículos de duas rodas cresceu 241,7% em dez anos e são quase a metade da frota de veículos.
De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde (MS), somente nas regiões Norte e Nordeste a frota de veículos de duas rodas cresceu 241,7% em dez anos e são quase a metade da frota de veículos.
s estatísticas do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RN) também
mostravam ontem, em tempo real , que a frota de motos no Rio Grande do
Norte responde por 40% do número total de veículos, que, hoje, chega a
1.067.399 no Estado. As motos são 427.276 unidades registradas no
Detran.
Taxa de mortalidade no estado é de 8,0 para cada 100 mil habitantes. Nos últimos seis anos, acidentes com motos foram responsáveis pelo crescimento de 115% das internações hospitalares no SUS.
No maior pronto-socorro de trauma de Natal - Hospital Walfredo Gurgel (HWG), os acidentes de motos já respondem por 70% do número de internações de vitimas de acidentes de trânsito. De acordo com a Diretoria Técnica daquela unidade hospitalar das 600 cirurgias que são feitas por mês, em média, pelo menos 200 são de ortopedia.
Taxa de mortalidade no estado é de 8,0 para cada 100 mil habitantes. Nos últimos seis anos, acidentes com motos foram responsáveis pelo crescimento de 115% das internações hospitalares no SUS.
No maior pronto-socorro de trauma de Natal - Hospital Walfredo Gurgel (HWG), os acidentes de motos já respondem por 70% do número de internações de vitimas de acidentes de trânsito. De acordo com a Diretoria Técnica daquela unidade hospitalar das 600 cirurgias que são feitas por mês, em média, pelo menos 200 são de ortopedia.
“O
cenário é o mesmo, na realidade, o que muda é o quantitativo, que só faz
crescer, infelizmente não temos boas notícias”, disse a diretora
técnica do HWG, médica Hélida Bezerra.

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