Núcleo de Demografia da UFRN se destaca nacionalmente e constata que mulheres nordestinas estão tendo cada vez menos filhos.
Números e detalhes
populacionais, causas e consequências de determinados fenômenos sociais,
crescimento e deslocamentos urbanos, são captados e analisados por
profissionais da área de demografia.
E a Universidade Federal do Rio
Grande do Norte vem se tornando um importante pólo nacional de formação
de demógrafos, através do Observatório das Metrópoles, Núcleo Avançado
de Políticas Públicas, reunindo pesquisadores dos Departamentos de
Ciências Sociais, Arquitetura e Urbanismo, Estatística e Geografia,
integrantes dos programas de Pós-Graduação em Ciências Sociais (mestrado
e doutorado), Arquitetura e Urbanismo (mestrado) e Geografia (mestrado)
e do Grupo de Estudos Demográficos.
Porém, os dados obtidos ainda são pouco conhecidos por grande parte da população. De acordo com Ricardo Ojima, professor do Departamento de Demografia da UFRN, além de a formação acontecer apenas em nível de pós-graduação, a abrangência da área ainda é muito pequena.
Porém, os dados obtidos ainda são pouco conhecidos por grande parte da população. De acordo com Ricardo Ojima, professor do Departamento de Demografia da UFRN, além de a formação acontecer apenas em nível de pós-graduação, a abrangência da área ainda é muito pequena.
No Brasil, segundo ele, só existem quatro programas de demografia —
Campinas (SP), Belo Horizonte (MG) e outro no IBGE do Rio de Janeiro. O
primeiro criado fora do Sudeste é o de Natal.
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