A casa do suspeito de ter matado a psicóloga Natália Tâmara Macedo, de
24 anos, foi derrubada e incendiada por populares na manhã desta
terça-feira (2) após a realização da reconstituição do crime.
O homicídio aconteceu no dia 22 de maio. Natália foi morta a facadas dentro da casa do ex-vigilante Carlos André dos Santos, de 29 anos, em São Gonçalo do Amarante. O corpo dela foi deixado em uma estrada na zona rural do município. Ele foi preso no dia 23 e confessou. O advogado Raimundo Rolim acompanhou a reconstituição.
O homicídio aconteceu no dia 22 de maio. Natália foi morta a facadas dentro da casa do ex-vigilante Carlos André dos Santos, de 29 anos, em São Gonçalo do Amarante. O corpo dela foi deixado em uma estrada na zona rural do município. Ele foi preso no dia 23 e confessou. O advogado Raimundo Rolim acompanhou a reconstituição.
Revoltados com o assassinato da psicóloga, moradores da região
derrubaram o muro e paredes da casa e ainda atearam fogo na residência.
Uma geladeira foi jogada no meio da rua. "Queremos justiça. Queremos
justiça", diziam os populares.
"Perdão, perdão, perdão. Estraguei minha vida". As palavras são do ex-vigilante Carlos André dos Santos Cassimiro, de 29 anos, que confessou ter matado a psicóloga Natália
A reconstituição
De acordo com o delegado Raimundo Rolim, a reconstituição serviu para esclarecer algumas contradições. "Algumas coisas que o Carlos André falou em depoimento não se confirmaram na reconstituição. Essa simulação foi necessária para nos dar algumas respostas", disse.
Enquanto a reconstituição acontecia, policiais garantiram a segurança da casa e do suspeito. Quando os policiais foram embora, a população começou a depredar o imóvel.
"Perdão, perdão, perdão. Estraguei minha vida". As palavras são do ex-vigilante Carlos André dos Santos Cassimiro, de 29 anos, que confessou ter matado a psicóloga Natália
A reconstituição
De acordo com o delegado Raimundo Rolim, a reconstituição serviu para esclarecer algumas contradições. "Algumas coisas que o Carlos André falou em depoimento não se confirmaram na reconstituição. Essa simulação foi necessária para nos dar algumas respostas", disse.
Enquanto a reconstituição acontecia, policiais garantiram a segurança da casa e do suspeito. Quando os policiais foram embora, a população começou a depredar o imóvel.
Carlos se entregou à polícia no dia 23, na cidade de Barcelona, distante
90 quilômetros da capital potiguar. Na manhã do dia 25, ele foi levado
ao Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) para a realização de
exames. Na ocasião, pediu perdão à família de Natália.


Nenhum comentário:
Postar um comentário