O plenário da Câmara dos Deputados voltou atrás
e barrou, na noite desta quarta-feira (15) a alteração no tempo de mandato de
cinco anos para cargos políticos eletivos. Com a votação desta quarta, a
proposta de emenda constitucional (PEC) da reforma política mantém o mandato de
quatro anos para presidente, governadores, prefeitos, deputados e vereadores e
de oito anos para senadores.
Depois da mudança, o presidente da Casa, Eduardo
Cunha (PMDB-RJ), adiou a votação de um destaque sobre financiamento empresarial
de campanhas políticas e postergou o fim da discussão para a volta do recesso
parlamentar, em agosto.
O adiamento da votação foi acordado em reunião
de líderes, após os deputados Mendonça Filho (DEM) e Leonardo Picciani (PMDB)
apresentarem questões de ordem sobre o destaque do PT e do PPS que leva
novamente a plenário o tema.
Encampado por Cunha, o financiamento empresarial a
partidos políticos foi aprovado nos dois turnos de votação na Casa. O PT,
contudo, trabalha para derrubar a doação privada de campanha por meio da
análise do destaque. *Por Agência Estado


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