O consumo de refrigerantes, energéticos, chás gelados e bebidas a base
de frutas é responsável por 184,4 mil mortes por ano no mundo. A
conclusão é de um levantamento realizado na Tufts University, dos
Estados Unidos, com base na análise de dados referentes à ingestão deste
gênero de bebida entre os anos 1980 e 2010 em 51 países.
Realizado pela
pesquisadora Gitanjali Singh, o trabalho foi publicado na última edição
da revista Circulation, da Associação Americana de Cardiologia.
Cerca de 75% das mortes acontecem em países pobres e em desenvolvimento.
A maior parte ocorre por diabetes. O tipo 2 da doença é associado ao estilo de vida (obesidade e sedentarismo). Segundo o relatório, o consumo de bebidas açucaradas é responsável por cerca de 133 mil mortes entre os diabéticos. Outros 45 mil óbitos são decorrência de doenças cardiovasculares (infarto e acidente vascular cerebral), também relacionadas à obesidade. Outras 6,4 mil mortes são resultado de câncer.
Os pesquisadores constataram que os jovens são mais propensos do que os adultos mais velhos a desenvolver doenças crônicas como resultado da ingestão de bebidas açucaradas. No México, por exemplo, uma em cada três mortes vinculadas à obesidade e a diabetes ocorre em homens com menos de 44 anos. Nos Estados Unidos, um em cada dez óbitos associados as duas doenças acontece em homens na mesma faixa etária.
Cerca de 75% das mortes acontecem em países pobres e em desenvolvimento.
A maior parte ocorre por diabetes. O tipo 2 da doença é associado ao estilo de vida (obesidade e sedentarismo). Segundo o relatório, o consumo de bebidas açucaradas é responsável por cerca de 133 mil mortes entre os diabéticos. Outros 45 mil óbitos são decorrência de doenças cardiovasculares (infarto e acidente vascular cerebral), também relacionadas à obesidade. Outras 6,4 mil mortes são resultado de câncer.
Os pesquisadores constataram que os jovens são mais propensos do que os adultos mais velhos a desenvolver doenças crônicas como resultado da ingestão de bebidas açucaradas. No México, por exemplo, uma em cada três mortes vinculadas à obesidade e a diabetes ocorre em homens com menos de 44 anos. Nos Estados Unidos, um em cada dez óbitos associados as duas doenças acontece em homens na mesma faixa etária.
“Este fato é muito
preocupante”, disse Gintajali à ISTOÉ. “ Se estes jovens continuarem
consumindo estas bebidas no mesmo nível em que as ingerem agora, isso
levará a taxas muito mais altas das que registramos hoje de mortes e de
pessoas incapacitadas por causa de enfermidades cardíacas e da
diabetes”, completou.
ISTO É
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