Um protesto de um grupo de torcedores contra o superintendente de
futebol, Rodrigo Pastana, e a confirmação do treinador Dorival Júnior de
que tem interesse em levar Kayke para o Santos, mobilizaram as atenções
na reapresentação do elenco do ABC ontem. Com receio de excessos, duas
guarnições de polícia foram chamadas para garantir a segurança no CT
Alberi Ferreira. O vice-presidente de comunicação do clube, Marcelo
Abdon, classificou o momento como delicado e disse que a diretoria
pretende se reunir para definir se os treinos continuarão abertos aos
torcedores.
“Vemos isso com tristeza. Vamos ter uma partida muito difícil contra o
Sampaio Corrêa e a torcida vem protestar contra a direção. Isso acaba
tirando a concentração do jogador e atrapalhando o treino. Esse tipo de
protesto que a torcida faz, só prejudica ainda mais o ambiente,
principalmente em relação ao técnico, que está chegando agora. A direção
vai se reunir e vamos ter que fechar os treinos para a torcida, até ela
voltar ao normal”, afirmou Abdon.
Ele disse que o protesto que iniciou contra Rodrigo Pastana depois se voltou contra os jogadores, motivo principal para o acionamento da polícia. “Eles ficaram gritando palavras de ordem e outros faziam xingamentos. Todos sabem que não vivemos um bom momento e o jogador está no seu ambiente de trabalho e ninguém sabe como eles podem reagir. O próprio Leandro Amaro foi falar com o grupo que tinha entre uns vinte ou trinta integrantes.
Marcelo Abdon também saiu em defesa do companheiro de direção. “Rodrigo Pastana ganha, no ABC, menos da metade do salário que recebia no Bahia, que era de R$ 70 mil. Aqui, ele tem um prêmio de bônus, caso coloque o time no G-4. Esse protesto que estão fazendo contra ele, é orquestrado”, ressaltou.
Ele disse que o protesto que iniciou contra Rodrigo Pastana depois se voltou contra os jogadores, motivo principal para o acionamento da polícia. “Eles ficaram gritando palavras de ordem e outros faziam xingamentos. Todos sabem que não vivemos um bom momento e o jogador está no seu ambiente de trabalho e ninguém sabe como eles podem reagir. O próprio Leandro Amaro foi falar com o grupo que tinha entre uns vinte ou trinta integrantes.
Marcelo Abdon também saiu em defesa do companheiro de direção. “Rodrigo Pastana ganha, no ABC, menos da metade do salário que recebia no Bahia, que era de R$ 70 mil. Aqui, ele tem um prêmio de bônus, caso coloque o time no G-4. Esse protesto que estão fazendo contra ele, é orquestrado”, ressaltou.

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