O governo do Rio Grande do Norte quer remanejar entre 400 e 500 presos
para conter as brigas entre facções criminosas que resultaram em seis
mortes nos últimos nove dias nas unidades prisionais do estado. A medida
foi uma das anunciadas pelo secretário estadual de Justiça e Cidadania
(Sejuc), Edilson França, depois de uma reunião da cúpula da segurança
pública sobre as recentes rebeliões no sistema penitenciário.
Na tarde desta terça-feira (25) os presos da Penitenciária Estadual Desembargador Francisco Pereira da Nóbrega, o Pereirão, em Caicó, na região Seridó, começaram a ser transferidos. Uma rebelião realizada nesta segunda-feira (24) deixou a unidade prisional parcialmente destruída. No total 71 detentos do pavilhão E foram remanejados para o Presídio Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta, na Grande Natal.
Em entrevista ao RN TV 1ª Edição, França afirma que o governo esperava por retaliações dentro dos presídios após a morte de quatro detentos na penitenciária de Caraúbas. "Nós temos grupos antagônicos evidentemente lutando entre si e desde as primeiras mortes em Caraúbas, nós sabíamos que haveria retaliações dentro dos presídios", afirmou.
"O primeiro passo é o do remanejamento, para tentar conciliar as unidades trazendo para elas uma certa paz, tirando os brigões de uma possibilidade de confronto imediato. Nós estamos removendo os brigões, esse pessoal precisa saber que o Estado está presente", concluiu. Além do secretário Edilson França, participaram da reunião a secretária de segurança pública, Kalina Leite, e diretores das unidades prisionais de Natal e da Grande Natal.
Penitenciária destruída
Na tarde desta terça-feira (25) os presos da Penitenciária Estadual Desembargador Francisco Pereira da Nóbrega, o Pereirão, em Caicó, na região Seridó, começaram a ser transferidos. Uma rebelião realizada nesta segunda-feira (24) deixou a unidade prisional parcialmente destruída. No total 71 detentos do pavilhão E foram remanejados para o Presídio Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta, na Grande Natal.
Em entrevista ao RN TV 1ª Edição, França afirma que o governo esperava por retaliações dentro dos presídios após a morte de quatro detentos na penitenciária de Caraúbas. "Nós temos grupos antagônicos evidentemente lutando entre si e desde as primeiras mortes em Caraúbas, nós sabíamos que haveria retaliações dentro dos presídios", afirmou.
"O primeiro passo é o do remanejamento, para tentar conciliar as unidades trazendo para elas uma certa paz, tirando os brigões de uma possibilidade de confronto imediato. Nós estamos removendo os brigões, esse pessoal precisa saber que o Estado está presente", concluiu. Além do secretário Edilson França, participaram da reunião a secretária de segurança pública, Kalina Leite, e diretores das unidades prisionais de Natal e da Grande Natal.
Penitenciária destruída
Quatro dos cinco pavilhões da Penitenciária Estadual Desembargador
Francisco Pereira da Nóbrega, o Pereirão, em Caicó, na região Seridó do
Rio Grande do Norte, foram parcialmente destruídos durante uma rebelião
ocorrida na noite desta segunda-feira (24). Na tentativa de vingar a
morte de um interno, assassinado a facadas durante uma briga envolvendo
membros de facções rivais, detentos quebraram cadeados, arrancaram
grades das celas, arrombaram paredes e incendiaram colchões e lençóis.
Os pavilhões destruídos estavam sendo reformados e o trabalho já havia
entrado na fase de conclusão.
A Penitenciária Estadual do Seridó foi uma das 14 unidades depredadas durante uma onda de rebeliões que afetou o sistema carcerário potiguar durante o mês de março deste ano. O Pereirão, inclusive, foi um dos mais danificados. Depois dos motins, o governo do estado decretou situação de calamidade no sistema penitenciário e a Força Nacional foi enviada para reforçar a segurança nos presídios.
Ao tomarem conhecimento da tentativa de invasão do Pavilhão E, no Pereirão, presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, e na Penitenciária Agrícola Dr. Mário Negócio, em Mossoró, ficaram agitados e tentaram causar tumultos nas unidades, mas logo foram contidos.
A Penitenciária Estadual do Seridó foi uma das 14 unidades depredadas durante uma onda de rebeliões que afetou o sistema carcerário potiguar durante o mês de março deste ano. O Pereirão, inclusive, foi um dos mais danificados. Depois dos motins, o governo do estado decretou situação de calamidade no sistema penitenciário e a Força Nacional foi enviada para reforçar a segurança nos presídios.
Ao tomarem conhecimento da tentativa de invasão do Pavilhão E, no Pereirão, presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, e na Penitenciária Agrícola Dr. Mário Negócio, em Mossoró, ficaram agitados e tentaram causar tumultos nas unidades, mas logo foram contidos.


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