A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) Zona Sul,
começou a realizar os procedimentos nos quais as vítimas tentam fazer o
reconhecimento de possíveis suspeitos, mas até o momento nenhuma delas
confirma que qualquer dos homens apresentados seja um dos suspeitos
pelos crimes.
“A Deam vem mostrando as vítimas alguns suspeitos que possuem características semelhantes à imagem do retrato falado, mas elas não reconheceram nenhum deles como autores dos estupros, até o momento”, afirmou a delegada Michelle Dias Porto de Barros, titular da Deam Zona sul.
Um mês após o primeiro estupro coletivo em Natal, no loteamento San Vale, a Polícia Civil registrou no último fim de semana, o terceiro caso, desta vez no Planalto, zona Oeste de Natal. Sem pistas anunciadas sobre os suspeitos de cometer os crimes, a investigação segue sob dificuldade.
Desde o início da semana, a reportagem do portalnoar.com foi em busca dos elementos da investigação sobre o assunto e constatou que a polícia tem esbarrado na falta de elementos para prender o trio suspeito.
Oficialmente não se diz nada, exceto que o caso está sob sigilo. Chama a atenção dos investigadores o perfil dos suspeitos. Via de regra, quem se dispõe a estupros age sozinho. Não é o caso em questão. Intriga a polícia o fato de três homens terem se unido com esse propósito, além de roubarem suas vítimas.
No domingo, agentes da Polícia Civil estiveram no ‘Caminho das Torres’ um trecho carroçável que une os bairros de Felipe Camarão e o Planalto, onde, no sábado, o terceiro caso foi registrado.
Os agentes radiografaram o local do crime, encontraram pedaços de roupas, cuecas, uma bolsa, carteira e a armadilha utilizada pelos bandidos para capturar suas vítimas: arame farpado, com o qual surpreendem quem trafega de moto, obrigando os traseuntes a pararem e perpetrando os crimes.
O que se tem de concreto é o depoimento das três vítimas. Todas têm relatado o mesmo modus operandi do trio: primeiro a armadilha, a abordagem dos bandidos, a agressão ao companheiro e, por fim, o estupro da mulher.
“A Deam vem mostrando as vítimas alguns suspeitos que possuem características semelhantes à imagem do retrato falado, mas elas não reconheceram nenhum deles como autores dos estupros, até o momento”, afirmou a delegada Michelle Dias Porto de Barros, titular da Deam Zona sul.
Um mês após o primeiro estupro coletivo em Natal, no loteamento San Vale, a Polícia Civil registrou no último fim de semana, o terceiro caso, desta vez no Planalto, zona Oeste de Natal. Sem pistas anunciadas sobre os suspeitos de cometer os crimes, a investigação segue sob dificuldade.
Desde o início da semana, a reportagem do portalnoar.com foi em busca dos elementos da investigação sobre o assunto e constatou que a polícia tem esbarrado na falta de elementos para prender o trio suspeito.
Oficialmente não se diz nada, exceto que o caso está sob sigilo. Chama a atenção dos investigadores o perfil dos suspeitos. Via de regra, quem se dispõe a estupros age sozinho. Não é o caso em questão. Intriga a polícia o fato de três homens terem se unido com esse propósito, além de roubarem suas vítimas.
No domingo, agentes da Polícia Civil estiveram no ‘Caminho das Torres’ um trecho carroçável que une os bairros de Felipe Camarão e o Planalto, onde, no sábado, o terceiro caso foi registrado.
Os agentes radiografaram o local do crime, encontraram pedaços de roupas, cuecas, uma bolsa, carteira e a armadilha utilizada pelos bandidos para capturar suas vítimas: arame farpado, com o qual surpreendem quem trafega de moto, obrigando os traseuntes a pararem e perpetrando os crimes.
O que se tem de concreto é o depoimento das três vítimas. Todas têm relatado o mesmo modus operandi do trio: primeiro a armadilha, a abordagem dos bandidos, a agressão ao companheiro e, por fim, o estupro da mulher.
“Eles fogem sem deixar rastros evidentes”, comentou um agente
da Polícia Civil. Ninguém quis comentar a possibilidade de
identificação dos bandidos através de exame de eventuais resquícios de
DNA deixados nas vítimas.


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