O Rio Grande do Norte teve, até esta terça-feira (15), 1.121 homicídios
durante o ano. Os dados são da Coordenadoria de Informações Estatísticas
e Análises Criminais (Coine), da Secretaria de
Segurança e Defesa
Social do Estado (Sesed). No levantamento, a Coine indicou os principais
locais genéricos de crimes violentos letais intencionais (CVLI). Pelo
estudo, aproximadamente a metade das mortes ocorre em via pública.
Dos 1.121, 563 ocorreram nas ruas ou calçadas dos municípios do Estado,
com mais 27 ocorrendo em favelas ou áreas sem urbanização e duas em
feiras livres. O segundo local em que mais ocorreram mortes foram as
residências ou locais de trabalho das vítimas, onde 169 foram mortos,
seguido por áreas de "desova" (matagal, margens de rios e terreno
baldio), com 87 homicídios.
Ainda de acordo com o levantamento, 78 pessoas foram mortas em bares do RN, 64 em sítios ou fazenda, 47 foram executadas às margens de estradas carroçáveis e 18 em locais com festividades. O número de pessoas mortas dentro de presídios é o mesmo que em praias de veraneio: 9. Ao todo, 47 mortos tiveram como origem conhecida somente a passagem por hospital e um não teve o local de morte identificado.
Para o coordenador de Informações Estatísticas e Análises Criminais, Ivênio Hermes, os dados mais preocupantes são com relação às mortes em bares e dentro das residências. "Já repassamos à Sesed, no mês passado, os dados referentes às mortes em bares para que possa ajudar a adoção de medidas a coibir esse tipo de crime. Já dentro das residências, o problema é maior", disse Ivênio Hermes.
Pelos números, Ivênio Hermes afirma que está comprovada a dificuldade em se evitar crimes domésticos devido à impossibilidade da Polícia de atuar ostensivamente nesses casos. Segundo ele, é preciso que políticas públicas voltadas à proteção de mulheres e crianças, que são algumas dessas vítimas, sejam implementadas.
"É um trabalho de gestões paralelas, não somente de segurança. São mortes de pessoas dentro das próprias casas, o que é difícil de se impedir. É algo importante para ser evidenciado para que haja políticas publicas voltadas para essas pessoas", avaliou.
Ainda de acordo com o levantamento, 78 pessoas foram mortas em bares do RN, 64 em sítios ou fazenda, 47 foram executadas às margens de estradas carroçáveis e 18 em locais com festividades. O número de pessoas mortas dentro de presídios é o mesmo que em praias de veraneio: 9. Ao todo, 47 mortos tiveram como origem conhecida somente a passagem por hospital e um não teve o local de morte identificado.
Para o coordenador de Informações Estatísticas e Análises Criminais, Ivênio Hermes, os dados mais preocupantes são com relação às mortes em bares e dentro das residências. "Já repassamos à Sesed, no mês passado, os dados referentes às mortes em bares para que possa ajudar a adoção de medidas a coibir esse tipo de crime. Já dentro das residências, o problema é maior", disse Ivênio Hermes.
Pelos números, Ivênio Hermes afirma que está comprovada a dificuldade em se evitar crimes domésticos devido à impossibilidade da Polícia de atuar ostensivamente nesses casos. Segundo ele, é preciso que políticas públicas voltadas à proteção de mulheres e crianças, que são algumas dessas vítimas, sejam implementadas.
"É um trabalho de gestões paralelas, não somente de segurança. São mortes de pessoas dentro das próprias casas, o que é difícil de se impedir. É algo importante para ser evidenciado para que haja políticas publicas voltadas para essas pessoas", avaliou.

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