Com a situação fora de controle, o Batalhão de Choque da PM foi acionado
para tentar retomar o controle em Alcaçuz, “mas sem efetivo suficiente,
e também para evitar um confronto, os policiais recuaram e saíram da
penitenciária”, disse o secretário. Nas imagens gravadas por um policial
militar posicionado em uma das guaritas, é possível ver o momento em
que pedras são arremessadas em direção aos policiais militares do
BPChoque, que recuam. Mais tarde, os presos também atearam fogo dentro
das celas.
Ainda de acordo com o secretário Cristiano Feitosa, o Grupo de Operações Especiais (GOE) que pertence à Sejuc não atuou porque os agentes estão com as viaturas quebradas. “Fiquei sabendo dessa informação agora, depois que aconteceu tudo isso. Nos próximos dias vamos resolver este problema”, afirmou.
Com a notícia de que o BPChoque não havia conseguido controlar os presos em Alcaçuz, e que o GOE ficou impossibilitado de intervir, os ânimos no Raimundo Nonato também se exaltaram e os detentos começaram a queimar colchões. No vídeo também é possível ver corredores em chamas dentro da ala B da unidade.
.Tanto em Alcaçuz como no Presídio Provisório Raimundo Nonato, na Zona Norte da capital, tentativas de intervenção foram frustradas. Até às 19h30, os presos continuavam rebelados fora das celas. Até aquele momento não havia registro de feridos ou fuga de internos.
G1
Ainda de acordo com o secretário Cristiano Feitosa, o Grupo de Operações Especiais (GOE) que pertence à Sejuc não atuou porque os agentes estão com as viaturas quebradas. “Fiquei sabendo dessa informação agora, depois que aconteceu tudo isso. Nos próximos dias vamos resolver este problema”, afirmou.
Com a notícia de que o BPChoque não havia conseguido controlar os presos em Alcaçuz, e que o GOE ficou impossibilitado de intervir, os ânimos no Raimundo Nonato também se exaltaram e os detentos começaram a queimar colchões. No vídeo também é possível ver corredores em chamas dentro da ala B da unidade.
.Tanto em Alcaçuz como no Presídio Provisório Raimundo Nonato, na Zona Norte da capital, tentativas de intervenção foram frustradas. Até às 19h30, os presos continuavam rebelados fora das celas. Até aquele momento não havia registro de feridos ou fuga de internos.
G1


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