A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) e a
Embrapa Algodão realizam nesta sexta-feira, 13, dia de campo com o tema
“Tecnologias para o algodão e o gergelim no Semiárido”, na Estação
Experimental da Emparn em Apodi. Durante o evento, o público terá a
oportunidade de conhecer o desempenho das cultivares de algodão
colorido, algodão de fibra longa e algodão resistente ao herbicida
glifosato, além do manejo da irrigação do algodoeiro e o programa de
melhoramento genético do algodoeiro para o Semiárido.
O dia de campo também apresentará o sistema de produção da cultura do gergelim para a nova cultivar desenvolvida pela Embrapa, a BRS Anahí, palavra de origem Tupi que significa “bela flor do céu”. A cultivar tem sementes de cor esbranquiçada (mais apreciada pela indústria alimentícia), ciclo de 90 dias, teor de óleo de 50 a 52% e o peso médio é de 4,22mg. É tolerante a doenças como a murcha-de-macrophomina, mancha-angular e cercosporiose.
“Em condições normais de água e solo e manejo adequado a cultivar tem potencial para produzir 1.600 quilos por hectare”, diz a pesquisadora da Embrapa Algodão e responsável pelo desenvolvimento da nova variedade, Nair Arriel.
O dia de campo também apresentará o sistema de produção da cultura do gergelim para a nova cultivar desenvolvida pela Embrapa, a BRS Anahí, palavra de origem Tupi que significa “bela flor do céu”. A cultivar tem sementes de cor esbranquiçada (mais apreciada pela indústria alimentícia), ciclo de 90 dias, teor de óleo de 50 a 52% e o peso médio é de 4,22mg. É tolerante a doenças como a murcha-de-macrophomina, mancha-angular e cercosporiose.
“Em condições normais de água e solo e manejo adequado a cultivar tem potencial para produzir 1.600 quilos por hectare”, diz a pesquisadora da Embrapa Algodão e responsável pelo desenvolvimento da nova variedade, Nair Arriel.


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