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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Mais de 50 municípios do RN devem atrasar 13º, estima Femurn


Como previa a estimativa dos prefeitos e trabalhadores, funcionários públicos e Terceirizados de 31 Prefeituras Municipais do Rio Grande do Norte devem ter 13º atrasado neste mês de dezembro. A Federação dos Municípios do RN (Femurn) acredita que esse número pode passar de 50.

A confirmação veio por meio de um estudo realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgado nesta terça-feira (08). Dos 167 municípios potiguares, 112 participaram da pesquisa. O estudo, no entanto, não revelou a lista dos municípios que não efetuaram o pagamento.

Nesta sexta-feira (11), haverá reunião com filiados da Femurn onde será discutido o tema em questão e as medidas para que serão tomadas para efetivar o pagamento desses direitos.

De acordo com o resultado, o recurso oriundo do 1% do Fundo de Participação dos Municípios vai ajuda no pagamento do 13º de 104 prefeituras do Estado.

Isso se comprova no fato que, 58,9% (ou seja, 66) municípios vão pagar 13º do funcionalismo público em dia neste mês de dezembro. Já 31 prefeituras, o que corresponde a 27,7%, vão atrasar o salário. Dentro desta estimativa, podemos citar o município de Apodi, na região Oeste do RN, que está pagando a última parcela do 13º nesta quinta-feira (10).

O estudo mostra que 71 prefeituras realizam o pagamento em parcela única e 36 pagam de forma parcelada. Quem afirmou que faz o pagamento em parcela única, disse que vai realizar o pagamento até o dia 20 de dezembro, 3 já pagaram e 3 disseram que vão atrasar.

A nível nacional, o levantamento feito pelo CNM mostra que 91,7% das prefeituras estão com o pagamento do funcionalismo público no brasileiro está em dia, e 8% está atrasado.

No Brasil, como mostra a pesquisa, 20,8% dos municípios afirmaram que vão atrasar o salário e 71,5% devem pagar em dia. Deste total, 7,7% se abstiveram da resposta.
 
A pesquisa teve participação de 4.080 municípios, o que corresponde a 73% dos municípios brasileiros. Destes, 98,5% afirmaram sentir os efeitos da crise na região.
 
 

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