Foto: Divulgação
Um novo balanço dos casos de microcefalia
divulgado pelo Ministério da Saúde na noite desta sexta-feira (12)
aponta que o Brasil tem 3.852 casos suspeitos da doença. O número
representa um aumento de 5% sobre o levantamento anterior, do último dia
2.
Foram confirmados 462 casos para
microcefalia ou outras alterações do sistema nervoso central. Pernambuco
continua sendo o estado com mais vítimas do Zika vírus, com 33
ocorrências.
Transmitido pelo Aedes aegypti, o vírus
Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros
registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015.
Segundo a BandNews, o que se sabia sobre
a doença, até o segundo semestre de 2015, era que sua evolução é
benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre
chikungunya, transmitidas pelo mesmo mosquito.
Porém, no dia 28 de novembro, o
ministério confirmou que, quando gestantes são infectadas por esse
vírus, podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação
irreversível do cérebro, que pode ser associada a danos mentais, visuais
e auditivos.
A microcefalia não é uma malformação
nova, é sintoma de algum problema no organismo da gestante e do bebê, e
pode ter diversas origens, como infecção por toxoplasmose, pelo
citomegalovírus e agora ficou confirmado que também pelo vírus Zika. O
uso de álcool e drogas durante a gravidez também pode levar a essa
condição.


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