Diogo Nóbrega tinha 26 anos
(Foto: Reprodução/Facebook)
(Foto: Reprodução/Facebook)
O professor substituto do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte,
Diogo Rosembergh da Silva Nóbrega, de 26 anos, morreu em razão de um
traumatismo cranioencefálico de ação contundente. Ou seja, foi vítima de
uma agressão que causou fratura no crânio e dano físico ao cérebro.
É o
que aponta o resultado da perícia realizada pelo Instituto
Técnico-Científico de Polícia (Itep) - cujo laudo foi divulgado pelo
órgão no início da noite desta segunda-feira (22). O corpo de Diogo foi
encontrado na manhã do domingo (21) debruçado sobre pedras em meio às
falésias de Cotovelo, praia do litoral Sul da Grande Natal.
A perícia descarta a possibilidade de afogamento, mas não aponta se o
professor foi assassinado ou cometeu suicídio. Delegado da 2ª Delegacia
de Polícia de Parnamirim,
Marcel Gouvêa disse que só deve dar início às investigações na manhã
desta terça (23), depois que analisar o inquérito instaurado pela
Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, a DHPP.
A perícia descarta a possibilidade de afogamento, mas não aponta se o
professor foi assassinado ou cometeu suicídio. Delegado da 2ª Delegacia
de Polícia de Parnamirim,
Marcel Gouvêa disse que só deve dar início às investigações na manhã
desta terça (23), depois que analisar o inquérito instaurado pela
Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, a DHPP.
Foi o delegado Marcos Vinícius, da DHPP, quem esteve no local onde o
corpo foi encontrado. Isso aconteceu porque as delegacias distritais da
Grande Natal não funcionam nos finais de semana e feriados. "Estava
vestido só de cueca, com uma camisa polo e meias. O corpo apresentava
muitos hematomas. Também havia ferimentos nos braços, pernas e
afundamento craniano", descreveu.
Ainda na cena do crime, o delegado ressaltou que seria necessário mais
tempo para se chegar a uma conclusão sobre o ocorrido. "Neste momento
não é possível determinar se ele foi assassinado (tendo sido morto em
meio às pedras ou mesmo empurrado do alto da falésia), se cometeu
suicídio ao saltar do penhasco ou até mesmo se morreu afogado”,
acrescentou.
Ainda de acordo com Marcos Vinícius, próximo ao corpo da vítima havia
um paralelepípedo, que também pode ter sido usado para causar o
afundamento do crânio." Enfim, ainda é cedo para dizer o que houve”,
finalizou.
G1/RN


Nenhum comentário:
Postar um comentário