“Eu tive sorte”. Assim, a jovem de 20 anos, que terá a identidade
preservada, define como conseguiu escapar de Geraldo Marcos de Lima
Vasconcelos, homem que oferecia emprego para estuprar as vítimas. Em
entrevista ao portalnoar.com, ela revelou os momentos de tensão no
período em que esteve na casa do criminoso.
A moça contou que teve dois encontros com Geraldo. No primeiro, que ocorreu em um shopping da zona Sul de Natal, ela foi avaliada como em uma entrevista normal de trabalho. Em seguida, ele propôs um teste, marcado para o dia seguinte.
Confiante na proposta, a jovem foi levada pelo criminoso com a promessa de que uma gerente da empresa estaria no local para acompanhar o teste, que seria uma prova de roupas de academia, biquínis e lingeries. Ao chegar à residência, não tinha ninguém além de Geraldo. Ainda assim, topou fazer o teste.
“Ele pegou as roupas: maiô, biquíni, leggings e lingerie. Ele pediu para eu trocar as roupas. Quando eu ia trocar, ele saía do quarto”, contou.
O pânico cresceu depois que a jovem começou a provar as lingeries. “Quando eu comecei a provar as lingeries, ele passou a se aproximar, antes disso ele não tinha se aproximado. Aí começou o assédio, ele pediu para eu sentar e ficou puxando a lingerie. Depois quando eu fui trocar a peça, ele me agarrou por trás. Então, eu dei uma cotovelada e ele se afastou. Ele disse que só queria sentir meu perfume”, descreveu a cena.
Assustado com a reação, Geraldo se passou por homossexual para tentar acalmar a vítima. No entanto, pouco depois, ele tentou mais uma vez agarrar a moça, que mais uma vez reagiu à ação.
“Depois disso, ele ainda tentou de novo, eu o empurrei mais uma vez e disse que queria sair de lá. Eu acho que eu tive muita sorte, porque ele não negou meu pedido e me levou de volta para o shopping”, revelou.
Abalada com o acontecido, a jovem destacou que jamais teria ido ao local se tivesse desconfiado. “Eu não sabia que era a casa dele. Na minha cabeça, lá seria um escritório da empresa e que outras meninas estariam também”, acrescentou.
O caso ocorreu no início de fevereiro, mas só agora, depois da prisão de Geraldo, a jovem teve coragem para revelar. Na tarde desta sexta-feira (8), ela prestou depoimento na Delegacia Especializada em Defesa da Mulher (Deam), em Parnamirim.
A jovem destacou que não fez a denúncia logo por acreditar que não tinha como provar. “Eu não tinha provas. Mesmo sabendo que assédio é crime. Então, optei por não fazer a denúncia. Eu só queria esquecer”, finalizou.
A moça contou que teve dois encontros com Geraldo. No primeiro, que ocorreu em um shopping da zona Sul de Natal, ela foi avaliada como em uma entrevista normal de trabalho. Em seguida, ele propôs um teste, marcado para o dia seguinte.
Confiante na proposta, a jovem foi levada pelo criminoso com a promessa de que uma gerente da empresa estaria no local para acompanhar o teste, que seria uma prova de roupas de academia, biquínis e lingeries. Ao chegar à residência, não tinha ninguém além de Geraldo. Ainda assim, topou fazer o teste.
“Ele pegou as roupas: maiô, biquíni, leggings e lingerie. Ele pediu para eu trocar as roupas. Quando eu ia trocar, ele saía do quarto”, contou.
O pânico cresceu depois que a jovem começou a provar as lingeries. “Quando eu comecei a provar as lingeries, ele passou a se aproximar, antes disso ele não tinha se aproximado. Aí começou o assédio, ele pediu para eu sentar e ficou puxando a lingerie. Depois quando eu fui trocar a peça, ele me agarrou por trás. Então, eu dei uma cotovelada e ele se afastou. Ele disse que só queria sentir meu perfume”, descreveu a cena.
Assustado com a reação, Geraldo se passou por homossexual para tentar acalmar a vítima. No entanto, pouco depois, ele tentou mais uma vez agarrar a moça, que mais uma vez reagiu à ação.
“Depois disso, ele ainda tentou de novo, eu o empurrei mais uma vez e disse que queria sair de lá. Eu acho que eu tive muita sorte, porque ele não negou meu pedido e me levou de volta para o shopping”, revelou.
Abalada com o acontecido, a jovem destacou que jamais teria ido ao local se tivesse desconfiado. “Eu não sabia que era a casa dele. Na minha cabeça, lá seria um escritório da empresa e que outras meninas estariam também”, acrescentou.
O caso ocorreu no início de fevereiro, mas só agora, depois da prisão de Geraldo, a jovem teve coragem para revelar. Na tarde desta sexta-feira (8), ela prestou depoimento na Delegacia Especializada em Defesa da Mulher (Deam), em Parnamirim.
A jovem destacou que não fez a denúncia logo por acreditar que não tinha como provar. “Eu não tinha provas. Mesmo sabendo que assédio é crime. Então, optei por não fazer a denúncia. Eu só queria esquecer”, finalizou.

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