Crianças e adolescentes trabalhando como
ambulantes, guardando carros, carregando compras de outras pessoas em
feiras livres, na agricultura, como domésticas ou mesmo como guias
turísticos.
Situações que para muitos parecem normal no país – e no Rio
Grande do Norte, são na verdade, atividades com risco à saúde e
segurança de crianças e adolescentes, segundo a Organização
Internacional do Trabalho (OIT), na Convenção 182 estão entre as piores
formas de trabalho infantil.
Às vésperas do 12 de junho, Dia Nacional de
Combate ao Trabalho Infantil, o Instituto Brasileiro de Estudos,
Pesquisa e Inovação Social (IBEPIS) defende o cumprimento da meta de
erradicar no país as piores formas de trabalho infantil. O pacto
assinado em 2007 previa a erradicação até o fim de 2015, o que não
ocorreu.
No RN, segundo os últimos dados divulgados pelo
Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em
2015, 43 mil crianças e adolescentes entre 10 a 17 anos estão inseridas
no contexto das piores condições de trabalho infantil. Natal, Mossoró,
Parnamirim e Caicó lideram as estatísticas.
Sidney Silva

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