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sábado, 11 de junho de 2016

Segundo instituição de pesquisa, Caicó, Natal, Parnamirim e Mossoró lideram no RN estatística do trabalho infantil

 

Crianças e adolescentes trabalhando como ambulantes, guardando carros, carregando compras de outras pessoas em feiras livres, na agricultura, como domésticas ou mesmo como guias turísticos. 

Situações que para muitos parecem normal no país – e no Rio Grande do Norte, são na verdade, atividades com risco à saúde e segurança de crianças e adolescentes, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), na Convenção 182 estão entre as piores formas de trabalho infantil.

Às vésperas do 12 de junho, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, o Instituto Brasileiro de Estudos, Pesquisa e Inovação Social (IBEPIS) defende o cumprimento da meta de erradicar no país as piores formas de trabalho infantil. O pacto assinado em 2007 previa a erradicação até o fim de 2015, o que não ocorreu.

No RN, segundo os últimos dados divulgados pelo Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015,  43 mil crianças e adolescentes entre 10 a 17 anos estão inseridas no contexto das piores condições de trabalho infantil. Natal, Mossoró, Parnamirim e Caicó lideram as estatísticas.

Sidney Silva

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