O
atacante Max voltou ao banco dos réus na manhã desta quinta-feira (14).
O jogador foi a julgamento para tentar solicitar a redução da pena de 2
anos pelo uso de cocaína. E o saldo foi positivo para o atleta. O pleno
decidiu manter a pena de Max, mas com a condição de que caso ele
comprove nos proxímos seis meses, por meio de exames de urina, que está
livre do vício poderá voltar aos gramados.
No julgamento desta quarta, o atacante foi defendido pelo advogado Osvaldo Sestário que buscou comprovar que o atleta está livre do vício e que está treinando regularmente para manter a forma. "O Max é um réu confesso, que teve um problema nesse processo em relação a sua assinatura e que foi esclarecido posteriomente. A cocaína, por mais que ela possa causar uma euforia, ficou provado que isso não aconteceu. Estamos diante de um atleta que precisa de um apoio e está afastado há seis meses.
No julgamento desta quarta, o atacante foi defendido pelo advogado Osvaldo Sestário que buscou comprovar que o atleta está livre do vício e que está treinando regularmente para manter a forma. "O Max é um réu confesso, que teve um problema nesse processo em relação a sua assinatura e que foi esclarecido posteriomente. A cocaína, por mais que ela possa causar uma euforia, ficou provado que isso não aconteceu. Estamos diante de um atleta que precisa de um apoio e está afastado há seis meses.
Ele está
presente, como esteve em todas as sessões e acompanhado de sua
psicóloga. O clube está fazendo tudo para ajudar o atleta na
recuperação. Ele foi o autor de um gol que levou o América à Série A,
mas que esteve em uma situação em que todos nós estamos sujeitos",
explicou o advogado.
O advogado ainda confirmou que a dedicação de Max para deixar o vício e voltar ao futebol tem sido intensa e o esforço foi registrado por veículos de imprensa local e nacional. O procurador, Paulo Schmitt confirmou que a situação do atacante é favorável e que ele poderia ter a pena reduzida.
"A susbtância é a mesma do atleta Rodolfo, mas no caso dele ficou comprovado que ele era usuário e dependente desde os 15 anos.Por ser uma droga social, neste aspecto, é previsto que esse período seja reduzido, mas que não sejamenor que a pena máxima, ou seja, um ano com o acompanhamento efetivo. Que ele se submeta a exames periódicos e de acompanhamento psicológico.
O advogado ainda confirmou que a dedicação de Max para deixar o vício e voltar ao futebol tem sido intensa e o esforço foi registrado por veículos de imprensa local e nacional. O procurador, Paulo Schmitt confirmou que a situação do atacante é favorável e que ele poderia ter a pena reduzida.
"A susbtância é a mesma do atleta Rodolfo, mas no caso dele ficou comprovado que ele era usuário e dependente desde os 15 anos.Por ser uma droga social, neste aspecto, é previsto que esse período seja reduzido, mas que não sejamenor que a pena máxima, ou seja, um ano com o acompanhamento efetivo. Que ele se submeta a exames periódicos e de acompanhamento psicológico.
O atleta deu sorte em ter no clube um presidente humano e
preocupado com a recuperação dos atletas. Esse atleta merece toda a
sorte de retorno aos gramados, mas sendo obedecida a lei. Existe sim a
falha, mas não é suficiente para ter aumento de performance. Esse é o
parecer da procuradoria, que o atleta seja punido e um ano", disse Paulo
Schmitt.
*Com informações do site justicadesportiva.com.br
*Com informações do site justicadesportiva.com.br

Nenhum comentário:
Postar um comentário