O Ministério da Agricultura informou ontem ter recebido do laboratório
de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) a confirmação
de um caso de encefalopatia espongiforme bovina, conhecida como doença
da vaca louca, registrado em Mato Grosso. Ainda falta saber se o caso
apresentado é um caso atípico ou um caso clássico. O laboratório, que
funciona na Inglaterra, deve encaminhar o diagnóstico no final da
próxima semana.
Exames realizados no Laboratório Nacional Agropecuário de Pernambuco
concluíram que é um caso atípico, quando a doença surge de forma
esporádica e espontânea e não está relacionada à ingestão de alimentos
contaminados. O caso clássico, o mais perigoso, envolve contaminação por
intoxicação alimentar e, segundo o ministério, não há indícios de que
isso tenha ocorrido.
Para confirmar que o caso é atípico, foram identificados 49 animais nascidos um ano antes e um ano depois do registro da vaca louca. Mas as amostras de todos deram negativo para a doença. O resultado faz o ministério acreditar que a vaca contraiu a doença por velhice e não por intoxicação.
O ‘mal da vaca louca’ é uma doença neurológica que pode levar animais a morte e pôr em risco a vida humana em caso de consumo de carne contaminada.
Para confirmar que o caso é atípico, foram identificados 49 animais nascidos um ano antes e um ano depois do registro da vaca louca. Mas as amostras de todos deram negativo para a doença. O resultado faz o ministério acreditar que a vaca contraiu a doença por velhice e não por intoxicação.
O ‘mal da vaca louca’ é uma doença neurológica que pode levar animais a morte e pôr em risco a vida humana em caso de consumo de carne contaminada.
O animal em que foi detectada a doença, no Mato Grosso, foi abatido no
dia 19 de março, depois que uma inspeção de rotina identificou o bovino
caído - o chamado “decúbito forçado” é resultado da fraqueza muscular,
um das consequências da doença.


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