Foi assassinado a tiros na noite desta sexta-feira (2) um dos integrantes da comissão técnica do time Alecrim Rugby, de Natal. Enzo Albanese, de 42 anos, levou vários tiros e morreu na porta de
casa. O crime aconteceu por volta das 20h15, na rua Francisco Pignataro,
no bairro de Capim Macio, zona Sul da capital potiguar. Segundo a
polícia, os criminosos são dois homens que fugiram em um Corolla de cor
clara que parou em frente à residência.
“Um deles, usando capacete, desceu do veículo e efetuou os disparos”,
confirmou o coronel Francisco Araújo Silva, comandante geral da Polícia
Militar do Rio Grande do Norte. A dupla fugiu.
Uma mulher que passava pelo local, e que pediu para não ser
identificada, contou que o automóvel já havia passado em frente à casa
do estrangeiro outras vezes. “Ele estava na calçada da casa dele.
O
Corolla passou, deu uma volta e retornou. Depois passou de novo. Até que
parou na calçada. O italiano falou alguma coisa e tentou entrar
correndo, mas um homem de capacete desceu do carro e atirou várias
vezes. Depois o carro saiu em alta velocidade”, relatou .
Pistas
Segundo informações da Polícia Civil, um dos jogadores do time morava com Enzo, mas estava no banheiro com um notebook ligado e não viu como o crime aconteceu. “Ele contou que ouviu o barulho dos tiros e, quando saiu da casa, já encontrou o amigo estirado no chão”, disse um dos agentes da Delegacia de Plantão da zona Sul de Natal.
Pistas
Segundo informações da Polícia Civil, um dos jogadores do time morava com Enzo, mas estava no banheiro com um notebook ligado e não viu como o crime aconteceu. “Ele contou que ouviu o barulho dos tiros e, quando saiu da casa, já encontrou o amigo estirado no chão”, disse um dos agentes da Delegacia de Plantão da zona Sul de Natal.
Por trabalhar como
investigador, o policial pediu para não ter o nome revelado. Contudo, o
agente revelou que recebeu informações de que o italiano estaria
investindo em corretagem imobiliária e que teria discutido recentemente
com um outro italiano, também do mesmo ramo de negócios.
Apesar de as investigações estarem começando, a polícia não acredita em latrocínio (roubo seguido de morte). “A motocicleta do estrangeiro estava estacionada na frente da casa e não foi levada. Aliás, os criminosos sequer entraram na casa da vítima”, acrescentou o agente.
Apesar de as investigações estarem começando, a polícia não acredita em latrocínio (roubo seguido de morte). “A motocicleta do estrangeiro estava estacionada na frente da casa e não foi levada. Aliás, os criminosos sequer entraram na casa da vítima”, acrescentou o agente.
G1

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